18 jun 2010

Mídia Social é relacionamento, o próprio nome já diz. Não insista em falar sozinho.

 

“A comunicação de massa acabou”, sentenciou o diretor de comunicação da Coca-Cola, Marco Simões, durante o evento Digital Age 2.0, realizado em 2007. Três anos se passaram e a previsão está cada dia mais plausível.  Embora traga seus resultados, a propaganda no horário nobre da TV Globo não tem o mesmo peso de antigamente, exceto pelo trabalho das marcas que abraçam recursos interativos com ajuda da internet. Não há como negar: a palavra de ordem é RELACIONAMENTO, já que não basta apenas comunicar.

Pensando assim, não parece incoerente a infinidade de artigos sobre o assunto disponíveis na internet? Afinal, não há relacionamento sem naturalidade. Por que se disseminam tantas receitas supostamente milagrosas sobre uma questão que pressupõe fluência?

Na verdade, a maioria das idéias sobre mídias sociais registrada na web tenta promover uma reflexão sobre a importância dessa naturalidade em um mercado que possui a cultura da autopromoção tão arraigada nos projetos de comunicação e na postura de seus gestores. Nesse sentido, consideramos o CONTEÚDO RELEVANTE como princípio fundamental do relacionamento. Devemos despertar nas pessoas a identificação com nossos VALORES. É fundamental trabalhar com individualidades e, quando falamos em clientes e consumidores, o trabalho compreende entender o PERFIL DO MERCADO e tentar chegar até ele a partir do que temos de melhor. Não somos nós a vitrine dessas qualidades, mas sim a nossa REDE SOCIAL, quando bem articulada.

Agir com naturalidade, então, significa investir dinheiro em um projeto sem planejamento, sem métrica, sem medida de ROI (Retorno sobre o investimento), uma espécie de tiro no escuro, com fé? Definitivamente, não. Assista a esse vídeo e se convença de que, na era do “Socialnomics”, sua presença digital só será ineficiente por dois motivos: ou a estratégia escolhida é equivocada ou você preferiu resistir e acompanhar isso tudo do lado de fora.

08 jun 2010

Olhar Verde estreia transmissão ao vivo nesta quarta (9 de junho)

 

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Nesta quarta-feira, 9 de junho, às 14h, o Ciesp Bauru terá um evento com transmissão ao vivo pela internet: A palestra Sustentabilidade: Fantasia ou Realidade?, ministrada por Caio Passianoto, da CBC Ambiental. A atividade será promovida pelo Programa de Educação Ambiental Olhar Verde, do qual fazemos parte ao lado do Ciesp, Prefeitura Municipal, Secretaria da Educação, Secretaria do Meio Ambiente e DAE.

Também apoiam a iniciativa a CBC Ambiental, o Instituto Pró-Terra, o Fórum Pró-Batalha e agora a TBR Produções, que assumiu o trabalho de transmissão das palestras para atingir um público cada vez maior. Atualmente, cerca de 150 professores de Bauru e Pederneiras participam dos encontros, uma forma atualizar conhecimentos e ganhar novos olhares para abordar os temas em sala de aula.

O programa foi lançado em 2008 para incentivar a adoção de hábitos sustentáveis em Bauru e região, reunindo educadores, poder público e representantes da iniciativa privada para discutir problemas ambientais, orientar e sensibilizar a comunidade sobre a necessidade de  conservar o meio ambiente.

Na palestra desta quarta, Passianoto pretende “provocar” os espectadores e promover uma reflexão sobre até que ponto as pessoas acreditam na sustentabilidade. Logo depois, haverá uma mesa-redonda com mais três participantes: a profissional de telecomunicações Luciana Gonçalves, a coordenadora acadêmica do FERSS (Fórum Empresarial de Responsabilidade Social e Sustentabilidade), Marta Caputo, e o coordenador do Núcleo Geos (Gestão Orgânica para a Sustentabilidade), Celso Luiz Rodrigues.

Todos estão convidados a acompanhar o evento pelo endereço www.olharverde.com.br (A transmissão só é compatível com o navegador Internet Explorer). Para interagir, comentar e fazer perguntas, basta fazer contato pelo Twitter @olharverde ou pelo formulário www.formspring.me/olharverde.

Contamos com a sua presença online!

04 jun 2010

Dia Mundial do Meio Ambiente: Focopoint continua “De Olho no Cerrado”

 

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O Cerrado é o segundo maior bioma do Brasil e Bauru abriga um pedacinho desse tesouro. Só na cidade, são mais de 200 espécies de árvores e arbustos, além de outras plantas, como trepadeiras e diversas espécies de animais: um espetáculo da natureza pouco conhecido na prática de muitos olhares.

Cada vez mais devastado em todo o país, o Cerrado carece de mais olhares que acariciam, que cuidam, que valorizam seu patrimônio. Os olhos são instrumentos e privilégios que tornam possível não apenas a contemplação de toda maravilha que há no mundo, mas também a produção da arte fotográfica, um registro indispensável para preservar a memória e, em alguns casos, o próprio meio ambiente.

Pensando nisso, integrantes do grupo alternativo Focopoint, que reúne 13 fotógrafos de Bauru, conceberam um livro para eternizar imagens do bioma, levá-las ao conhecimento do grande público e despertá-lo para a preservação da flora nativa. A obra “De Olho no Cerrado”, uma das mais completas coletâneas fotográficas da flora típica do cerrado nas quatro estações do ano, foi lançada no dia 4 de fevereiro e já é referência botânica, ecológica e turística sobre Bauru.

Agora, além do valor ambiental, o livro também terá seu valor social ao favorecer o dom de diferentes olhares sobre a natureza. Neste sábado, o grupo fará a entrega do valor obtido com a venda de 50 livros para o “Lar Escola Santa Luzia para Cegos”, instituição que há 40 anos trabalha em prol da melhor qualidade de vida de 34 deficientes visuais de Bauru. O evento acontece neste sábado (5 de junho), às 10h30, na sede social da entidade, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Na ocasião, o grupo vai entregar oficialmente um cheque no valor de R$ 2.500,00, utilizado livremente pela instituição em suas atividades sociais.

Sucesso de vendas e de crítica, o livro “De olho no cerrado” pode ser obtido na Livraria Jalovi ou pelo hot site www.focopoint.com.br. Nós, da BlueEye Soluções Digitais, apoiamos o projeto, agradecemos a oportunidade e parabenizamos todos os membros do grupo que, sob orientação do especialista em cerrado, Prof. Dr. Osmar Cavassan, prestaram um grande serviço para a memória da nossa cidade e do nosso país.

Focopoint - Lançamento Todos

Que venha a segunda edição! Um feliz e consciente Dia Mundial do Meio Ambiente para todos nós!

24 mai 2010

Acompanhando a mudança de percepção do consumidor: seduzir ou engajar?

 

Já parou para admirar a criatividade dos comerciais de bonecas? Tem aquelas que mamam de mentira. Vêm com uma mamadeirinha que faz o “leite” sumir, até parecer que o bebê tomou tudo. Uma graça. Outra tem um buraquinho pra fazer pipi, e acompanha o peniquinho. Se apertar o pezinho, a sem educação solta até barulho de pum. Lembram-se da Acqua Baby? Nasceu murcha, pra encher de água morna e simular o calor humano.

Seduzir as crianças parece fácil. Muitas vezes, é suficiente apresentar fantasias que alimentam a vontade de ser gente grande mantendo as cores, doces e cantigas da infância. À medida que a maturidade vai chegando – o que acontece cada vez mais cedo – a fórmula vai deixando de funcionar. O calor humano, o pipi e o leitinho voltam a ser apenas água. Menos ingênua e com o senso crítico aguçado, a ex-criança toma posse do poder de escolher e interferir na construção das marcas que vai consumir. Já não aceita mais ser ludibriada pela emoção.

Essa mudança de percepção própria da infância hoje acontece também na idade adulta dos novos consumidores. Antes da revolução social causada pela internet e pela abundância de alternativas que marca o século XXI, as pessoas eram vistas pela publicidade com o mesmo olhar que seduz os olhos da criança indefesa. Hoje, quem insiste nessa estratégia, inevitavelmente tende a perder o freguês.

A palavra de ordem é relacionamento. É conteúdo relevante. É engajamento. Com uma infinidade de opções, precisamos encontrar sentido naquilo que consumimos, e esse princípio costuma ser muito mais determinante do que as sensações e a utilidade do produto em si. O vídeo abaixo traduz, de uma maneira muito interessante, como se processou toda essa mudança. Assista, compreenda e se entenda nesse meio!

11 mai 2010

Clima Organizacional: O que motiva você?

 

Clima organizacional pode ser entendido como a atmosfera do ambiente de trabalho. É um indicador dos pontos fortes e oportunidades de melhoria em uma empresa. Pode desvendar as causas de alguns problemas e aumenta o grau de compreensão a respeito deles.

Para levar o clima organizacional aos rumos da motivação e da produtividade, você pode aplicar uma pesquisa especializada, diagnosticar e tratar possíveis empecilhos. O processo é demorado, leva meses…

…Mas, uma alternativa rápida para atingir suas metas seria contratar um Terry Tate… Que acha?


Bom, aqui na BlueEye, felizmente optamos pela PCO (Pesquisa de Clima Organizacional). Nos próximos meses, a psicóloga Gabriela Massotti vai conduzir todo o processo, avaliando a qualidade do ambiente de trabalho a partir da percepção de seus integrantes. Para o Rodrigo, nosso diretor administrativo, essa iniciativa é importante porque estamos numa área de atuação bastante competitiva, com prazos apertados, tarefas altamente complexas e grande exigência de qualidade, fatores que favorecem o estresse e ansiedade.

Cabe aqui destacar: “ninguém motiva ninguém”, como acredita a consultora organizacional Ana Maria Brescancini. Segundo ela, os motivos para a ação, consagrados pelas pesquisas de clima, são: os desafios, as perspectivas de desenvolvimento profissional e pessoal, as oportunidades de treinamento, o reconhecimento e a valorização, a integração, o sentimento de utilidade, a empatia com o estilo de liderança vigente, o sentimento de justa remuneração, a segurança, a autonomia.

E você? Já parou pra pensar qual é a sua motivação? Anote… e corra atrás!